Carta para um palhaço nada pobre

É incrível como algumas coisas do passado nos assustam quando aparecem à nossa frente tão diferentes.

Quando observei o teu rosto fiquei espantado por te ver tão diferente, porem não perdeste aquela cara de inocência, de curiosidade, aquela cara malandra de alguém que fez alguma outra vez. O tempo passou, sim passou… Mas sinto que tu continuas a mesma pessoas apesar dos diferentes trajes, enfeites.
Ai que saudade de ti, ai que saudade daquele banco no fundo do jardim da feira das vaidades, onde todos aqueles artistas exibiam os seus talentos, e lá estavas tu a zombar de todos, a fazer de palhaço pobre para distrair as atenções dos mais invejosos.
Com o teu jeito de “porra louca” tu encantaste, assustaste, mas no fundo no fundo surpreendeste, porque por muito tempo também me enganaste.
Achei que eras mais um louco, não és.
Sinto saudade!
Um Beijo

John V.

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